Histórias e "causos" que aconteceram com a turma do Voo Silencioso

O que já voou e voa por aqui

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Na nossa turma temos bons construtores. Há pessoas que gostam da construção de modelos a partir de kits ou plantas e há aqueles que constroem modelos projetados por eles mesmos. Varia também o tipo de material utilizado. A maioria usa a balsa e materiais mais convencionais, mas há também aqueles que fazem modelos com isopor e outros materiais alternativos, tais como: fita adesiva, chapeado de madeira, etc.

Abaixo fotos da turma nova que continua voando isopor, kits, projetos próprios, tudo que for possível de voar em uma encosta...

01 Alessandro 02 Júnior Rabelo

03
Bian

04Hérika

05
André
06
Anderson
 07
Josenilson

 

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Aqui vai uma menção especial as realizações do aeromodelista Francisco das Chagas Oliveira, o Xiko. Ele já perdeu a conta dos planadores que constuiu usando o isopor como material básico. É admirável a grande força de iniciativa desse modelista. A sua inventividade e obstinação em fazer qualquer modelo que a sua imaginação criar. Já construiu muitos modelos pequenos, para vôo de encosta inspirados em caças da Segunda Grande Guerra, aviões de uso civil como o Cessna 172, caças a jato e muito mais. E como se não bastasse, realizou a construção de dois grandes modelos: O primeiro, ao qual chamamos simplesmente de "vermelhão" , tinha aproximadamente 3 m de envergadura, e o mais recente, e sem nome, com aproximadamente 5 m de envergadura. Esses modelos voaram e voam muito bem dentro do que se propõem, que é o vôo de recreio, e têm uma boa durabilidade.

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A construção em isopor e outros materias não-convêncionais tem conquistado muitos adeptos no mundo inteiro, para verificar isso basta folhear qualquer publicação ou catálogo de loja estrangeira. Muitos argumentam que esse tipo de construção, não seria uma coisa a ser levado a sério ou que esses modelos não voam bem, etc e tal. Concordo com alguns argumentos, mas por outro lado, vejo muito mais pontos positivos quando você constroi algo a partir de suas idéias e não de um kit. O aeromodelista  poderá, dessa forma, aprender muitos conceitos e ganhar experiência. Senão vejamos: a) O entendimento de conceitos aerodinâmicos; b) de conceitos relacionados a parte estrutural do modelo; c) o manuseio e uso de materiais; d) o exercício da criatividade; e) o prazer de ver voar algo que você sonhou em construir; f) além de ficar um modelo barato. Por fim: se por acaso você destruir o modelo no primeiro vôo, o prejuizo financeiro não será tão grande.

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Haroldinho e uma de suas criações 


Vale destacar também que voam por aqui os modelos de alta performance do Zevang. Entre esses modelos temos o Feline e o Tauari que são de fabricação nacional. O desempenho e acabamento desses planadores prova o grau de sofistição que já temos no aeromodelismo brasileiro.

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Tauari
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Feline

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Zevang e Eclipse

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Zevang com Spirit 100

A saga do Oriole do Mair

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Dando continuidade à busca por tão querido exemplar de aeromodelo que sumiu para nunca mais ser visto, seguem as contribuições do componentes da equipe.
Cada um soube do seu avistamento em diferentes áreas do planeta.
Quicá, teremos, em breve, notícias de sua fulgaz presença em outras galáxias, pois, como diria o Alessandro: “a térmica estava forte!”.

Aí vai:

saga DSC 0234
Olhem o Zé vendo o Oriole do Mair, Marcelo registrou.
Autor: Junior Rabelo

 

saga resized 1194515
Lá em portugal ele (o Oriole) também foi visto. Vejam a prova.
Autor: Junior Rabelo

 

saga sm
Até o Super-Homem tentou alcançá-lo, mas sem sucesso! A térmica estava violenta!!
Autor: Alessandro


saga img 1172
Caramba…!!!acabo de saber que dois peregrinos e uma visitante avistaram o oriole apontando para Santiago de Compostela….É mole???
Autor: Hérika
Obs: Até a Hérika fazendo gracinha!

 

saga resized arte09
Mas antes ele passou por Porto Seguro e Congonhas do Campo.
Autor: Junior Rabelo


saga franca paris
Até em Paris, França, ele também foi avistado. :)
Autor: Alessandro

 

Esse pessoal é criativo, heim?

Por Josenilson em agosto/2010

Festa no Morro, churrasco já virou tradição.

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Aconteceu ontem no alto do Morro da Capelinha mais um churrasco da Turma do Voo Silencioso. Tornou-se tradição esse encontro anual como forma de confraternização entre os integrantes da turma, esposas e amigos. O dia estava típico do mais agressivo período da seca nesse Planalto Central. Névoa seca e muito, muito sol! O vento, quando soprava, era sempre de uma direção diferente. De longe presenciamos várias termais fortíssimas, daquelas que levantam muita poeira e lixo. Mas em matéria de vôo o dia não foi muito rentável. Apenas algumas tentativas frustradas. Exceção feita a um voo do Alessandro que subiu absurdamente com um grupo de urubus.

Se os voos não foram dos melhores não podemos dizer o mesmo da festa. O churrasco foi farto. Além da comida boa, tivemos guacamole, salada, e toda uma infra digna das mais altas produções… rsrsrs. Mas, brincadeiras à parte, deu tudo certo mesmo e não faltou comida para ninguém, além da alegria de sempre da turma. Outro ponto alto foi o comparecimento de vários amigos e esposas.

É isso aí, o voo silencioso cada dia vai se tornando uma comunidade mais alegre, em que todos se respeitam e tem o prazer de voar e conviver.

No próximo fim de semana iremos à rampa do Vale do Paranã para voar e apreciar mais a largada de mais uma prova do campeonato brasileiro do voo livre.

Fotos

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Veja mais fotos em nosso álbumimg p picasa 

Informações Adicionais